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domingo, 8 de abril de 2012
Gustafsson: 'Luta contra Thiago será bem curta. Acaba no primeiro round'
As milhares de pessoas que passam apressadas pela estação de Slussen, no centro de Estocolmo, mal notam uma porta de metal no meio do caminho das escadas que levam ao terminal rodoviário. O lugar é escuro, mas nem tanto que esconda as pichações nas paredes. O odor de urina das pilastras próximas faz muitos apertarem o passo. Atrás daquela porta que quase ninguém vê, debaixo de um dos pontos mais movimentados da cidade, está Alexander Gustafsson, um desconhecido com data marcada para ficar famoso. Dia 14, ele faz, segundo suas próprias palavras, a luta mais importante de sua carreira. Enfrenta o brasileiro Thiago Silva no combate principal do primeiro UFC Suécia. Vai lutar por ele e pelo futuro do MMA em seu país.
- Eu sei que essa luta vai ser muito importante para o esporte aqui na Suécia. Sei que a expectativa é muito grande. Mas eu não sinto pressão. Isso só me motiva mais. Estou pronto, confiante e acredito que a luta vai ser bem curta - diz Alexander Gustafsson, em entrevista exclusiva ao SPORTV.COM, na academia da capital sueca onde o meio-pesado se prepara para o combate contra Thiago Silva.
Nós temos uma estrutura top aqui. Temos ótimas academias, ótimos treinadores, realmente tudo o que precisamos. Ter o UFC aqui é algo de enorme importância para nós. Vai atrair muito mais público, vai ajudar a chamar a atenção para o esporte. Já está sendo assim. Eu nunca dei tantas entrevistas como agora. Mas claro que será importante que não apenas eu, mas todos os lutadores suecos tenham um bom desempenho. Sei que a responsabilidade é grande, mas isso somente me motiva mais. Eu não sinto pressão alguma, lutar o UFC aqui será uma grande prazer.
Eu prefiro pensar primeiro na minha próxima luta. Cada combate é um passo a mais na carreira. A vitória sobre o Matyushenko foi a minha melhor luta. Se tivesse que escolher uma, seria aquela. Foi no card principal, no UFC do Ano Novo, em Las Vegas, um dos maiores eventos que existem. Claro, todo mundo quer enfrentar o número 1, quer ser o melhor na sua categoria e para isso que lutamos. Eu também quero chegar lá.
Não sei. Eu prefiro subir aos poucos, encarar uma luta de cada vez. Mas eu me preparo para qualquer combate. Quando chegar a hora, estarei pronto.
Thiago é um lutador muito forte, difícil. Para mim, ele está no mesmo nível dos que enfrentei. Essa vai ser a luta mais difícil da minha carreira. É assim que encaro este combate, como a maior luta que já disputei.
Claro que é sempre chato para o esporte quando isso acontece, mas eu prefiro não me meter. Isso não importa na hora da luta. Thiago é muito perigoso e sei que será uma grande luta.
Claro. Eu entro sempre para vencer por nocaute, de preferência bem cedo. É uma sensação muito boa. É legal ter esse tipo de reação do público. Eu acredito que a luta dessa vez também vai ser bem curta. Vai terminar no primeiro round. Quem é seu lutador preferido, quem para você é o melhor do MMA, independentemente da categoria?
Sem dúvida. O nível está ficando cada vez mais alto e novos lutadores aparecendo o tempo todo. O esporte não para de crescer e você tem que trabalhar duro para continuar entre eles e aproveitar o momento. Acho que a tendência é que continue assim.
Minha cidade é muito pequena, então todo mundo conhece todo mundo. O pessoal torce por mim, me respeita muito, mas é bem tranquilo. Eu treino em Las Vegas também, então é um contraste enorme. A diferença entre as duas cidades é muito grande. Mas eu não gosto muito de Vegas. Prefiro um lugar menor e mais calmo, como minha cidade.
Não fiquei surpreso, para mim era apenas questão de tempo para que isso acontecesse. Eu sei que existem muitos fãs de MMA na Suécia e que estavam apenas aguardando um evento assim. Mas acho que a Europa realmente precisa de mais eventos de grande porte, precisa de grandes lutas por aqui.
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Primeiro dia de Surf
Então gente acordei 7h00 e to aqui esperando um pessoal pra nós partiu pro surf , vai ser meu primeiro dia espero que seja legal né!
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FutebolRégis destaca bom futebol fora de casa
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Hill diz que F-1 não pode ser indiferente com o Bahrein
O ex-piloto de Fórmula 1 Damon Hill, voltou a expressar sua opinião sobre a realização do GP do Bahrein e disse que a categoria não pode ser indiferente com a situação em que o Bahrein está vivendo.
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Filme Xingu, com Caio Blat e Felipe Camargo, entra em cartaz nesta sexta
ENTREVISTA // CAO HAMBURGER
A partir da leitura do livro Marcha pro Oeste (de Cláudio e Orlando Villas-Bôas). Quando descobri quem eram os irmãos Villas-Bôas, fiquei encantado. A partir disso, fui a Xingu. Foi uma revelação descobrir os índios daquela região, pois eles têm uma cultura muito desenvolvida e sofisticada. Logo no primeiro contato, você percebe o grau forte de civilização deles.
O filme começou a ser gravado há cinco anos. Ano passado, após a aprovação da construção da usina de Belo Monte, no Xingu, a produção assumiu um novo sentido?
Só reforçou o sentido que o filme já tinha. Apesar de ser um trabalho de época, tive a necessidade de mostrar como o tema continua atual e urgente. Toda essa discussão sobre Belo Monte só mostra que essa história precisa ser recontada, não só para resgatar, mas também para lançar luz sobre o século 21, sobre nossos desejos enquanto sociedade e país, que progresso queremos alcançar.
Seu filme anterior (O ano em que meus pais saíram de férias) traz um olhar diferenciado da ditadura militar, do ponto de vista de uma criança. Em Xingu, a questão da terra também passa por esse período. Qual deve ser o papel do cinema em apresentar essa visão extra-oficial de um momento?
O papel não deve ser só do cinema, mas também da literatura, da televisão e de outros meios de mídia. Revisitar os momentos marcantes do Brasil rende muita história que dá certo, se for trabalhada com o olhar aguçado, ou seja, sem rabo preso, com liberdade e responsabilidade com o país.
Como foi ver uma temática tão nacional ser bem recebida no Festival de Berlim?
Demonstrou que o assunto interessa ao mundo inteiro. Essa questão dos rumos da civilização e dos limites do planeta estão na pauta global. A visão dos irmãos Villas-Bôas foi de vanguarda, eles mudaram todo o paradigma da política. O triste é reconhecer que precisamos de alguém como eles novamente, pois estamos vivendo um momento político muito perigoso nessa questão.
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Platini pode acabar com Liga Europa e organizar Champions com 64 times
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